Teresa Penas testemunhara o poder de uma vizinhança coesa durante a infância. Na ilha da família, na Rua Dr. Júlio de Matos, no Porto, havia laços fortes e uma alegria capaz de vencer, ou ao menos atenuar, as agruras dos dias. Por isso, quando, em 2020, regressou à cidade após alguns anos fora, o encontro com uma comunidade e edifícios num “estado de adormecimento” causou-lhe estranheza e incómodo. E a arquitecta, a instalar o seu atelier numa das casas frontais da ilha, pôs-se a magicar sobre formas de “acordar a Bela Adormecida”: seria possível restaurar algo do pretérito de união que guardava na memória?
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