Foi com imenso interesse que li os comentários do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho sobre o seu rendimento na condição de professor associado convidado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). A indignação de Passos Coelho não consiste na sua relação laboral com uma instituição de ensino superior público, mas com a elevada carga de impostos ao qual está sujeito. Este é um problema que é transversal a todos os docentes e investigadores do ensino superior nacional.
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