O despacho que criou as consultas de planeamento familiar em Portugal antecede a própria Constituição da República e foi “uma pedrada no charco” — num país marcado por elevada mortalidade materno-infantil, pelo aborto clandestino e pelo uso de métodos contraceptivos “sem orientação técnica”. A 16 de Março de 1976, Albino Aroso determinou que todos os centros de saúde passassem a ter consultas de planeamento familiar, uniformizando o acesso e o conhecimento. Cinquenta anos depois, Miguel Oliveira da Silva — médico obstetra-ginecologista e o primeiro presidente eleito do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) — fala ao PÚBLICO sobre essa evolução e sobre os desafios que o planeamento familiar enfrenta hoje, face a uma nova realidade demográfica e digital.
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