A voz elástica e inebriante de Almut Kühne no Festival Porta-Jazz

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Há um ano, a voz de Almut Kühne deixava o público do Festival Porta-Jazz boquiaberto. Actuando como parte do trio de música improvisada How Noisy Are the Rooms?, a cantora alemã, escrevíamos então, numa constante fuga a assentar num só registo, colocava-nos, no espaço de minutos, perante “uma Piaf cubista, um R2D2 (sim, o pequeno robô de Star Wars) crooner, uma Doris Day sob o efeito de ácidos ou uma Callas em pleno ataque de pânico”. Era como um rádio à procura da sintonia certa – só que tudo se passava na voz. Ao lado do baterista Alfred Vogel e do DJ Joke Lanz, a sensação era a de escutarmos uma delirante partitura de rigor absoluto – tantas eram as precisas guinadas colectivas –, ainda que inventada no momento.

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