Uma regressão, certamente

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O texto que escrevi na semana passada para esta coluna era sobre o ressentimento como categoria fundamental para compreender o que alimenta a mobilização social empreendida pelos movimentos populistas, de extrema-direita e neofascistas. Detive-me numa compreensão do ressentimento que excluía a psicologização e convocava as estruturas sociais. Num espaço mais alargado que a coluna de um jornal, não poderia deixar de visitar longamente um estudo muito actual, publicado na Alemanha, em 2021, de Joseph Vogl, um conceituado professor de Literatura e de Estudos Culturais e dos Media na Universidade de Humboldt. O livro chama-se Kapital und Ressentiment (Capital and Ressentiment, na tradução inglesa, publicada logo no ano seguinte pela Polity Press). O livro apresenta-se, no subtítulo, como “uma breve teoria do presente”.

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