No arranque do novo ciclo, espera-se a remodelação do Governo

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No ciclo político que vai iniciar-se a 9 de Março, com a posse do novo Presidente da República, que este domingo será eleito, muito deverá e irá mudar. Acabará o frenesim eleitoral e, a não ser que haja uma crise política que leve à queda do Governo, só teremos eleições legislativas em 2029. Surgirá, assim, um ambiente para que diminua a propaganda e para que o Governo governe mesmo, em vez de abrir polémicas estéreis que só dividem a sociedade, como as alterações às leis sobre imigração ou as da legislação laboral. Será a altura de o primeiro-ministro, Luís Montenegro, mostrar que, de facto, resolve problemas, em vez de os criar. E nesse novo arranque é natural que comece por renovar o Governo, de forma a ter uma equipa ministerial que funcione de forma organizada, ponderada, sem manifestações de arrogância, mas também demonstrando capacidade e competência. Uma equipa de ministros que resolva problemas e não os crie, que demonstre estatuto para ocupar os lugares electivos de direcção política do Estado, para os quais os eleitores votaram maioritariamente na Aliança Democrática.

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