Das margens, aparece-nos outro Amadeo de Souza-Cardoso

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Quem no século XX, ou talvez até já neste, não desenhou e escrevinhou nos manuais e nos cadernos escolares? Quem não coloriu as imagens dos livros de história, química, língua portuguesa ou matemática? Estas perguntas têm uma resposta óbvia: movidos pelo prazer, a curiosidade ou o simples tédio, poucos terão resistido a semelhantes gestos, incluindo um dos maiores pintores modernistas portugueses: Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918).

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