Luís Montenegro resolveu irromper pela noite das presidenciais, umas eleições em que o PSD se comportou institucionalmente como um partido de cobardes, para protagonizar um discurso impróprio da circunstância. Uma intervenção de campanha, a mendigar por mais três anos de poder ao Presidente eleito e aos partidos parlamentares, que só serviu para sublinhar o desespero que pelos vistos reinam no Governo e no partido.
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