André Ventura saiu derrotado da segunda volta das eleições presidenciais, mas, nem por isso, deixou de ver no resultado uma vitória sua e do partido que lidera. Num discurso em que rapidamente despiu o fato de candidato a Belém para vestir o de líder da oposição, argumentou que “a mensagem dos portugueses foi clara”: o Chega lidera a direita em Portugal e “em breve” vai governar o país. Ventura fez por transformar a participação numa eleição que é unipessoal numa disputa partidária que lhe permita arrogar-se o chefe da direita: o candidato conseguiu 33,2% dos votos, percentagem superior aos 31,8% que a AD teve nas legislativas; por outro lado, os 1.729.381 votos ficam aquém dos mais de 2 milhões obtidos pela coligação protagonizada por Luís Montenegro.
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