Morreu Cees Nooteboom (1933-2026), escritor distinto, nómada infatigável

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Não perdeu tempo, Cees Nooteboom. Mal arrancou, mostrou-se incapaz de se conter num único registo, de se apegar a um género. Nos anos 1950, estreou-se com um romance, Philip en de Anderen (Philip e os Outros), sucedeu-o com a poesia de De doden zoeken een huis (Os Mortos Procuram um Lar). Foi depois autor de uma reportagem sobre a revolução húngara esmagada pela União Soviética em 1956. Considerado um dos grandes escritores europeus, escritor em viagem, eterno candidato ao Nobel, o neerlandês Cees Nooteboom morreu esta quinta-feira, aos 92 anos. A notícia foi confirmada pela sua editora neerlandesa, De Bezig Bij.

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