Durante anos, ensinaram-nos que a História era feita de grandes movimentos, de tendências estruturais para as quais os indivíduos pouco ou nada contavam, mesmo que fossem reis poderosos ou líderes do maior carisma. Os tempos que agora vivemos mostram-nos que não é assim, que as coisas são talvez mais complexas, e que, em direitas contas, as pessoas também contam, não sendo indiferente o mundo ser governado por Trump ou por Kamala, por Putin ou por Gorbachov.
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