A febre da inteligência artificial atingiu os governos europeus de modo quase transversal – uns mais alicerçados nas empresas, outros nas academias. Portugal não foi excepção e deu corda ao Amália, o grande modelo de linguagem (LLM, na sigla em inglês) português. Mas para criar um modelo de inteligência artificial como este são precisos dados, como os textos de jornais e outros conteúdos com direitos de autor protegidos. Ora, tanto a Noruega como os Países Baixos, que também estão a desenvolver os seus LLM, usaram o património informativo dos jornais. Porém, com uma diferença face a Portugal: vão pagar pela utilização desse conteúdo.
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