Rússia lança novo ataque à rede eléctrica da Ucrânia, explosões matam polícia em Lviv

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A Rússia lançou, durante a madrugada deste domingo, uma nova vaga de ataques com drones e mísseis balísticos e de cruzeiro contra infra-estruturas energéticas na Ucrânia, provocando a morte de uma pessoa e ferimentos em cinco outras na região de Kiev, segundo autoridades ucranianas citadas pela Reuters.

Os ataques atingiram várias regiões, incluindo a capital, áreas circundantes, o porto de Odessa, no Mar Negro, e outras zonas centrais do país. Em Kiev, os danos afectaram cinco distritos, com mais de uma dezena de habitações destruídas ou danificadas, informou o governador regional, Mykola Kalashnyk, através do Telegram. Em Odessa, incêndios provocados por drones em instalações energéticas foram rapidamente controlados pelas autoridades.

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, classificou os ataques como “ataques maciços de carácter terrorista”, sublinhando que “este terror não pode ser normalizado; deve ser impedido” e apelando à comunidade internacional para reforçar as sanções contra o Kremlin.

Desde o início da invasão russa, em Fevereiro de 2022, os ataques a centrais eléctricas, subestações e infra-estruturas de gás tornaram-se uma componente essencial da ofensiva russa, com o objectivo declarado de reduzir a capacidade energética e logística da Ucrânia.

Explosões em Lviv matam polícia e ferem dezenas de civis

Ainda na noite deste domingo, várias explosões em Lviv, no oeste do país, provocaram a morte de um agente da Polícia Nacional da Ucrânia e ferimentos em 24 pessoas.

As autoridades indicaram que os dispositivos utilizados eram explosivos artesanais, e que a primeira detonação ocorreu quando uma patrulha policial se deslocou ao local para responder a uma ocorrência relacionada com um alegado assalto a um estabelecimento comercial, tendo uma segunda detonação ocorrido pouco depois.

O presidente da Câmara de Lviv, Andriy Sadovyi, classificou o incidente como um “acto terrorista“, de acordo com a Reuters.

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