Preço do ouro recua em dia mais calmo nos mercados financeiros

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A cotação do ouro tem sido um barómetro do sentimento dos mercados e, esta terça-feira, uma vez que segue em queda ligeira, poderá dizer-se que a pressão diminuiu um pouco. Sempre que aumenta a incerteza, o que em boa parte dos casos significa alterações nas decisões de política comercial ou externa do Presidente norte-americano, o ouro, considerado um activo de refúgio, dispara.

Depois de uma valorização superior a 7% em apenas quatro dias, o metal precioso recuava cerca de 1% no arranque do mercado, para 5178,95 dólares a onça.

Com os investidores ainda a digerir o anúncio de uma nova taxa sobre as importações, de 15%, como resposta à decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos de declarar ilegais as tarifas anteriores e, pior do que isso, perante as sucessivas ameaças de aumento destes valores por parte de Donald Trump, as bolsas europeias abriram maioritariamente negativas, mas com quedas pouco expressivas, e praticamente anuladas duas horas depois do arranque da sessão.

O Stoxx 600, que como o nome indica agrega as 600 maiores empresas europeias cotadas, segue a negociar com perdas muito ligeiras, da ordem dos 0,10%.

A Bolsa de Lisboa arrancou positiva e o principal índice voltou a atingir novo máximo desde Junho de 2008, segundo a Lusa.

As bolsas asiáticas também fecharam mistas, com o MSCI, o índice asiático de referência, a encerrar ligeiramente positivo (0,2%).

As cotações do petróleo seguem em alta muito ligeira, numa altura em que se aguardam desenvolvimentos nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão relativamente a um acordo nuclear.

Os juros das dívidas soberanas europeias a 10 anos abriram a negociar em ligeira queda, com as obrigações portuguesas a recuar 0,22%.

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