A EDP fechou 2025 com um resultado líquido de 1150 milhões de euros, um aumento de 44% face aos cerca de 800 milhões de euros do ano anterior, anunciou a empresa esta quarta-feira.
O EBITDA (sigla em inglês para resultados antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) subiu 5%, para 5028 milhões de euros.
Os resultados reflectem o “forte contributo da EDP Renováveis (+550 milhões de euros), parcialmente mitigado pela redução dos preços de venda de electricidade em Portugal e Espanha, e a desvalorização cambial no Brasil”, justificou a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A EDP Renováveis obteve lucros de 216 milhões de euros no ano passado, um aumento de 772 milhões de euros face ao resultado de 2024, em que foram registadas “perdas extraordinárias significativas”, como a saída da Colômbia.
Os custos financeiros aumentaram 17% face a 2024, para 1033 milhões de euros, impactados por um aumento do custo médio da dívida, de 4,5% para 4,8%, impulsionado principalmente por taxas de juro mais elevadas no Brasil, bem como pela menor capitalização de custos, dada a diminuição do volume de activos em construção.
Já a dívida líquida totalizou 15,4 mil milhões de euros, uma diminuição de 200 milhões de euros face ao ano anterior, explicada pela geração de mais dinheiro com a actividade normal (mais 16%) e uma redução do investimento líquido focada em mercados de baixo risco.
O investimento líquido situou-se em cerca de 3,7 mil milhões de euros, menos 23% do que em 2024.
Tendo em conta os resultados obtidos em 2025 e o actual contexto operacional e regulatório, a empresa mantém as previsões para 2026 apresentadas em Novembro de 2025, apontando para um EBITDA recorrente entre 4,9 e cinco mil milhões de euros e um resultado líquido recorrente entre 1,2 e 1,3 mil milhões de euros.
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