Éme, o contador de histórias: de uma lua-de-mel com space cake a gurus “shanti-Chega”

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Ao sexto álbum em nome próprio, Éme queria fazer um disco emo. “Falhei redondamente. Nunca consigo entrar a fundo na tragédia”, conta ao Ípsilon. Ainda bem: há um meio-termo nas suas canções que já lhe reconhecemos e admiramos, que estrutura um léxico de harmonias e melodias, mas sem ser estático.

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