Há dias, nas páginas deste jornal, o grande Rogério Casanova recordou uma ida sua à bola nos idos anos 1990, quando uma bancada inteira do Estádio de Alvalade entoou sons de macaco (“uh-uh-uh”) sempre que N’Dinga, o jogador negro da equipa adversária, tomava a posse do esférico. Naquela época, adiantou Casanova, insultos desse tipo eram mais do que corriqueiros e normais, não causando constrangimentos ou lamentos de quem quer que fosse.
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