Um mandato em balanço: entre afetos e uma marca na água

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1. O sinal distintivo que deixa a presidência “populista de extremo-centro” de Marcelo Rebelo de Sousa é o da proximidade e dos afetos na sua relação com os cidadãos. Não nos legou, contudo, reformas que tenha arbitrado junto de governos ou oposições. Tão pouco os seus momentos “carnívoros”, ligados a um frenesi de dissoluções parlamentares, gerou estabilidade governativa. E, finalmente, não transmitiu um legado de líder referencial da direita ou do centro, equivalente ao de Sá Carneiro, Cavaco ou Passos. Mas fica no ar um aroma nostálgico de simpatia.

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