Os Estados Unidos têm vindo a introduzir a inteligência artificial (IA) nas suas operações militares, em particular para planear e acelerar ataques no Irão. A adopção da nova tecnologia é justificada por, alegadamente, facilitar as operações através da redução de etapas, desde a identificação à neutralização do alvo, mas levanta receios de que esta simplificação afaste os decisores humanos e que surjam problemas de responsabilização e inconsciência.
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