Há uma máquina de propaganda nas escolas russas. Um professor filmou-a

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Quando, em 2024, Pavel “Pasha” Talankin chegou ao exílio, em Istambul, fugido da Rússia, não fazia ideia do que ia encontrar. Ao longo de dois anos e meio, tinha enviado para um realizador norte-americano baseado em Copenhaga imagens gravadas na escola onde era professor, operador de câmara e organizador de eventos, em Karabash, conhecida como “a cidade mais poluída da Rússia”. Os dois homens nunca se tinham visto e, em Karabash, Pasha nunca recebera de volta qualquer imagem do filme que David Borenstein dizia estar a fazer. Hoje, esse filme, Mr. Nobody contra Putin, que se estreia esta semana em Portugal, soma prémios (incluindo o Bafta para Melhor Documentário) e David e Pasha estão empenhados na campanha para os Óscares (a 15 de Março), onde a obra está também entre os candidatos a Melhor Documentário.

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