A Guerra Colonial levou “fantasmas” e a “morte concreta” à obra de Lobo Antunes

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Pega-se nos livros e ela está lá, mesmo quando não aparece como referência directa. Está lá porque estará onde estiver o homem, o escritor. Encontramo-la por isso, também, nas cartas, nas crónicas, nas muitas entrevistas. A experiência na Guerra Colonial, entre 1971 e 1973, e a forma como, depois de regressado, ela influenciou a maneira como passou a olhar o mundo, atravessa-lhe a obra porque lhe atravessa a vida. O António Lobo Antunes que foi para Angola como alferes miliciano, médico, reconheceria muitas vezes, não foi o mesmo que voltou 26 meses depois, quando já pouco faltava para o 25 de Abril.

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