Marina Costa Lobo: “Marcelo fez uma leitura maximalista mas também parlamentarista dos seus poderes”

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Depois de uma década em Belém, Marcelo Rebelo de Sousa deixa um legado que, na leitura da politóloga Marina Costa Lobo, ficará “para sempre marcado” pela ascensão do Chega e pela transformação do sistema partidário português. Apesar de o ainda Presidente da República ter cumprido “rigorosamente” a Constituição, a investigadora principal do Instituto de Ciências Sociais entende que Marcelo fez uma interpretação maximalista dos seus poderes e utilizou a dissolução — a chamada “bomba atómica” do sistema político — para devolver a decisão aos eleitores.

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