Quntis, a barra de luz para monitores que reduz a fadiga visual

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A iluminação de um espaço de trabalho é, tantas vezes, o parente pobre da produtividade. Gastam-se centenas de euros num monitor com cores vibrantes ou num rato com uma precisão cirúrgica, mas acaba-se a trabalhar sob a luz crua de um candeeiro de tecto ou, pior, com um candeeiro de mesa que cria reflexos irritantes no vidro do ecrã. É aqui que entram as barras de luz para monitores, e a Quntis tem vindo a destacar-se neste segmento com soluções que aliam a eficácia técnica a um design sofisticado, que até levou a marca a ser premiada pelo prestigiado IDA Design Award​. Tivemos a oportunidade de testar o modelo topo de gama da marca, a Foldable Art Eye-Care Light, equipada com um comando à distância e retroiluminação RGB, e a experiência revelou-se uma surpresa pela positiva.

Engenharia que se sente no peso

Logo ao retirar o equipamento da caixa, nota-se que não estamos perante um pedaço de plástico frágil. A qualidade de construção é elevada, transmitindo uma robustez que justifica o posicionamento do produto. O módulo central, que serve de âncora e segura as barras de luz, tem um peso considerável. Este detalhe é fundamental, pois é essa massa que garante que a barra se fixa de modo estável ao topo do monitor, sem oscilações ou o risco de cair ao mínimo toque na mesa.

O design deste modelo específico, o Foldable Art, é particularmente engenhoso. Em vez de uma barra rígida e única, este equipamento apresenta dois braços longos e curvos, unidos por uma articulação central. Na prática, isto significa que a barra é extremamente versátil. Se o leitor utiliza um monitor curvo, que costuma ser o pesadelo das barras de luz tradicionais por causa da geometria do painel, encontrará aqui uma solução que acompanha a curvatura do ecrã com precisão. Cada braço é articulado, permitindo um acerto minucioso para que a luz incida exactamente onde é necessária: na secretária e não directamente nos olhos ou na superfície do monitor.

A tradução da luz em conforto

Do ponto de vista técnico, a grande vantagem desta tecnologia é a dispersão da luz. Ao contrário de um candeeiro tradicional, que emite um feixe de luz concentrado num ponto, criando sombras fortes e zonas de penumbra, a barra da Quntis espalha a luminosidade de forma uniforme ao longo de toda a extensão da barra. O resultado é um ambiente de luz equilibrado em toda a zona de trabalho à frente do computador. Esta característica é o que os especialistas designam por iluminação assimétrica, o que, traduzido para a linguagem do quotidiano, significa que a luz é projectada para baixo e para a frente, iluminando o teclado e os documentos, mas sem nunca atingir o ecrã. Isto elimina os reflexos lavados que roubam contraste à imagem e cansam a vista.

É fácil fixar a barra de luz no monitor. O comando à distância permite personalizar a luz
DR

A personalização é outro dos pontos fortes. Através do comando à distância Touch Remote — um pequeno disco elegante que fica sobre a secretária —, é possível ajustar a intensidade e a temperatura de cor. Podemos optar por uma luz mais branca e fria, ideal para momentos de concentração máxima e trabalho focado, ou por um tom mais amarelado e quente, que convida ao relaxamento e reduz a exposição à luz azul durante a noite. Este ajuste fino garante um conforto ocular que se sente ao fim de poucas horas de utilização. A fadiga visual, aquele peso nos olhos que surge ao final do dia, diminui drasticamente.

Entre o trabalho e o lazer

O modelo testado inclui ainda uma funcionalidade que divide opiniões, mas que tem o seu mérito: a RGB Backlight. Trata-se de uma faixa de luz na parte superior da barra que projecta cores na parede atrás do monitor. Para quem gosta de criar ambientes personalizados ou para os jogadores que procuram uma imersão maior, este efeito é visualmente muito rico. O melhor de tudo é que esta luz decorativa não afecta a qualidade da iluminação principal que incide sobre a mesa.

Contudo, é importante referir que a Quntis possui uma gama variada. Se o objectivo for puramente profissional e a estética RGB não for uma prioridade, existem modelos mais simples, sem este extra e sem o comando sem fios, que mantêm a mesma qualidade de iluminação por um preço mais atractivo, começando em valores a rondar os 30 euros. Esta diversidade permite que qualquer pessoa encontre uma solução adequada ao seu orçamento e ao tipo de monitor que possui, seja ele um portátil, um monitor de escritório padrão ou um ultra-wide curvo.

Veredicto

Após um período de testes intensos, a conclusão é clara: ficámos verdadeiramente fãs desta barra de luz. A diferença que faz na redução da fadiga visual é substancial e a forma como ajuda a eliminar reflexos indesejados no ecrã melhora a percepção da qualidade da imagem. O modelo Foldable Art que analisámos é, de facto, mais caro (cerca de 80 euros) do que as soluções de entrada de gama, situando-se num patamar de investimento mais elevado. No entanto, pela versatilidade dos braços articulados e pela conveniência do controlo remoto, consideramos que é um investimento que vale seriamente a pena para quem passa o dia frente a um painel digital curvo. O impacto no bem-estar é imediato, ao ponto de termos encomendado uma unidade logo após o término dos testes. É um daqueles acessórios que, depois de se experimentar, torna difícil o regresso à iluminação convencional.

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