O Mago do Kremlin: Putin flã

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Que procurava Olivier Assayas com O Mago do Kremlin, um épico de geopolítica contemporânea, como Carlos, o seu filme sobre o famigerado terrorista homónimo? É, pelo menos, o precedente mais fácil de encontrar, na obra de Assayas, para este voo de duas horas e meia sobre a história da Rússia pós-soviética e, em particular, sobre a concentração e a consolidação do poder em torno de Vladimir Putin. A base do argumento, co-escrito por Assayas e Emmanuel Carrère, é um romance de Giuliano da Empoli (publicado em Portugal pela Gradiva), que conta essa história a partir da perspectiva de um “mago do Kremlin”, um Rasputine, um Richelieu ou um Maquiavel, conforme queiramos as nossas referências mais eslavas ou mais latinas, decalcado de uma figura de existência real, Vladislav Surkov, narrativamente transformada num fictício Vadim Baranov.

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