A norueguesa Mona Fastvold tem sido a parceira, a cúmplice, nos argumentos dos filmes do companheiro, o americano Brady Corbet (O Brutalista). Tem em O Testamento de Ann Lee o seu momento: o filme agora é dela, após o Leão de Prata, prémio de melhor realizador, em Veneza 2024 — estava Mona a montar O Testamento… —, após três Óscares atribuídos ao filme do marido, entre os quais o que premiou a interpretação de Adrien Brody e a música de Daniel Blumberg.
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