Uma década após surgir em cena, Holly Hood cumpre a palavra e conclui uma trilogia que sempre posicionou como um álbum só. Cada parte composta por sete faixas, construídas ao longo de dez anos, um espelho da sua evolução ao longo do tempo. O rapper da Linha da Azambuja já comparou este exercício criativo ao do filme Boyhood, de Richard Linklater, gravado durante 11 anos. Depois de O Dread Que Matou Golias (2016) e Sangue Ruim (2022), chegou a vez do capítulo final, Opressionismo, editado a 20 de Fevereiro.
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