Há novas regras na organização e gestão do Registo Nacional de Utentes (RNU) e nas condições de inscrição nos cuidados de saúde primários que colocam mais de 122 mil utentes que não recorrem ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) há cinco anos (ou seja, desde a pandemia) em risco de perder o médico de família. A estes, juntam-se outras mais de 262 mil pessoas que não têm o seu registo actualizado, uma condição necessária para aceder a estes clínicos.
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