São Miguel: antiga casa de chá da lagoa das Furnas abre como Camélia Delicatessen

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Camélia Delicatessen é o novo projecto em São Miguel do sector hoteleiro do grupo Bensaude. Entre apostas na remodelação e reabertura do São Miguel Park Hotel ou no avançar do segundo hotel no continente – no Convento da Alpendurada em Marco de Canaveses -, anuncia-se também a abertura do novo espaço de restauração, junto à lagoa das Furnas, confirmou Miguel Rego, director de outra jóia hoteleira do grupo, o Terra Nostra, ao PÚBLICO.

“É um novo espaço de restauração a partir daquela que era conhecida como a Casa de Chá, junto à lagoa”, adianta, garantindo que a renovação e readaptação respeitam a “sustentabilidade e o compromisso com a zona onde se insere”, área protegida.

Sendo as Furnas uma zona obrigatória de passagem para quase todos os turistas, entre fumarolas e cozidos, a Camélia Delicatessen, numa casa com um certo charme rústico, será uma “cafetaria com algumas refeições ligeiras, esperando atrair tanto os turistas como os locais”.

Uma coisa é certa, embora possa servir de ponto de apoio e complemento a quem vai lavar as vistas à lagoa e/ou aproveitar o famoso cozido das furnas, não o venderá no Camélia: “Poderemos ter num momento ou outro especial”, mas não haverá “concorrência” aos cozidos nas fumarolas.

O objectivo é simples e sem grandes formalismos: “Uma refeição junto às Furnas, na sua proximidade com a natureza”, que aqui é avassaladora.

“O baptismo de Camélia é evidente, sendo uma flor ligada à tradição e ao parque”, explica. Afinal, o Terra Nostra tem tanto orgulho nas suas camélias que até costuma celebrá-las nos finais do Inverno com exposição em natural esplendor.

Na ementa, a sopa de cozido é um prato garantido
DR

Haverá um “serviço versátil com vários tipos de refeições, entre sopas, sandes, pastelaria, saladas. Com serviço sentado à mesa ou na esplanada”.

Pelo menu, passam pequenos-almoços, almoços, refeições ligeiras, menus de chá, menus de partilha. Estrela garantida: sopa do cozido. A provar: sanduíche em bolo lêvedo com pastrami cozinhado a baixa temperatura nas fumarolas.

Não faltarão os queijos açorianos e enchidos regionais, ou vinhos locais. Tal como a pastelaria conventual e tradicional, os omnipresentes ananás e maracujá, as ervas aromáticas e outras produções do parque Terra Nostra, são sabores e ingredientes garantidos. “Tudo o que é sazonal e local será privilegiado”, reforça Miguel Rego.

A edificação tem mais de meio século e o seu regresso à vida está agendado para Abril, o mesmo mês em que reabre, logo no dia 1, o renovado São Miguel Park Hotel.

O grupo Bensaude, que já conta com dois séculos de actividade, tem investimentos em várias áreas e está há 90 anos na hotelaria. Gere nove hotéis nos Açores e um em Lisboa, o Hotel Açores. O segundo hotel em Portugal Continental deverá abrir no próximo ano; entretanto, a remodelação do Convento da Alpendurada prossegue.

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