Ao 16.º dia de guerra, a economia global está sob ataque

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1. A questão que se coloca com cada vez mais pertinência é simples: os Estados Unidos avaliaram todas as consequências da guerra contra o Irão antes de lançarem o ataque conjunto com Israel que entra hoje no seu 16.º dia? Provavelmente, esperavam uma rendição ou destruição do regime mais rápida. Provavelmente, não avaliaram a capacidade de resistência do regime, preparada, não ontem, mas há muito tempo. Provavelmente, a pressão de Israel foi decisiva. Já ouvimos Donald Trump dar as mais variadas explicações sobre os objectivos da guerra e a sua oportunidade. Todos os dias, promete bombardeamentos ainda mais fortes para o dia seguinte. O Irão resiste. Continuamos sem ter uma perspectiva sobre a duração desta guerra. Mas há uma coisa que já sabemos — as suas consequências para a economia global serão enormes. Porque os países do Golfo fornecem mais de 20% da energia consumida no mundo. Porque a produção desses países está a ser alvo de drones e mísseis iranianos. Porque o Estreito de Ormuz, por onde passam os navios que abastecem o mundo inteiro de petróleo e gás, está bloqueado. Praticamente nenhum navio o atravessa neste momento. As imagens de satélite são impressionantes.

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