Sporting consegue triunfo tranquilo em Alverca na Liga

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O Sporting resolveu, neste domingo, a deslocação a Alverca, onde só os rivais e os minhotos Sp. Braga e Gil Vicente tinham passado, com relativa tranquilidade na Liga, impondo-se por 1-4 num jogo em que os ribatejanos nunca constituíram uma real ameaça.

Pedro Gonçalves (22, 86′), Luis Suárez (50′) e Geny Catamo (68′) garantiram o desfecho favorável que permitiu igualar pontualmente o Benfica na classificação, nesta 27.ª jornada, faltando ainda ao Sporting acertar o calendário com o Tondela.

O Alverca ainda reduziu, por Marezi (83′), mas nunca foi um verdadeiro obstáculo. Programado para defender em bloco, com a linha de cinco defesas protegida por um quarteto de médios, aceitava o domínio do adversário, que questionava a espaços, apoiado num 3x4x3 sem a plasticidade indispensável para confrontar ou perturbar o Sporting.

A incursão avulsa de Chiquinho num dos primeiros lances do encontro, que Eduardo Quaresma resolveu no limite, era a excepção que confirmava a regra.

Apostado em resolver cedo o jogo, o Sporting manteve a equipa que abateu o Bodo/Glimt, com a excepção do suspenso Maxi Araújo. O uruguaio cedeu o lugar a Nuno Santos, para um regresso do português à titularidade 512 dias depois da última aparição no “onze” inicial.

Apesar dessa urgência, e de um remate de Geny Catamo (14’) que André Gomes desviou, o jogo do Sporting não tinha a contundência esperada para derrubar o muro ribatejano.

Algo que Pedro Gonçalves solucionou com inegável classe, na sequência de generosa oferta de Lincoln, displicente a varrer a área, fazendo uma autêntica assistência para o adversário.

A meio da primeira parte, o Sporting resolvia sem ter de puxar da cábula a primeira equação da tarde. Mas Rui Borges enfrentaria um novo problema com a lesão de Nuno Santos, a “queimar” uma substituição. Aproveitava o Alverca para explorar o golpe psicológico e alguma quebra de concentração para exibir a sua melhor versão e criar situações suficientes para empatar o encontro.

Lincoln ainda tentou compensar o erro, mas Rui Silva não permitiu. Sandro Lima ficaria, quase de imediato, muito perto de marcar, mas o cabeceamento saiu ao lado. Antes do descanso, Rhaldney insistiu, mas falhou a finalização.

O Sporting precisava do intervalo para se reposicionar e poder assumir, de novo, o controlo do jogo frente a um Alverca que nos últimos dez compromissos só perdeu em Braga e na Luz, somando seis empates e dois triunfos, ambos no início do ano. De resto, a última derrota caseira, frente ao FC Porto, aconteceu já em Dezembro. Dados que o Sporting certamente não ignorava.

Mas a história deste jogo não dependia dos capítulos anteriores e o Sporting vincou a posição com um golo de Luis Suárez logo de entrada. O colombiano “enganou” o árbitro, mas teve a hombridade de dizer a João Pinheiro que não tinha sido penálti.

Ainda assim, verificado o lance, Suárez foi punido e, como resposta, marcava, instantaneamente, o segundo dos “leões”. Uma espécie de justiça divina que deixou o Alverca em maus lençóis. Figueiredo, Touaizi e Chiquinho ainda tentaram tirar a equipa de uma posição delicada, mas a baliza “leonina” parecia demasiado pequena para os locais.

O jogo ficaria fechado com um grande golo de Geny Catamo (68′), momento a que os locais responderiam por Marezi (83′) antes de Pedro Gonçalves bisar (86′) e selar as contas, que poderiam ter sido mais generosas se Mangas não tivesse falhado o quinto golo, devolvido pelo poste.

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