“Para nós, é muito importante que o Tremor não seja um festival do género A, B ou C. É um festival de música. E, a cada ano, aquilo que apresenta é música diferente que tenta levar-nos para lugares diferentes.” Palavras de Márcio Laranjeira, programador do Tremor, festival que se mantém fiel à identidade que vem a construir, em São Miguel, nos Açores, desde 2014. O seu apetite omnívoro volta a revelar-se no cartaz da edição deste ano, que está já aí: desta terça-feira a sábado, o festival organizado pela editora e promotora Lovers & Lollypops propõe-se, como também é seu apanágio, ocupar uma série de espaços diferentes da ilha açoriana, desde os mais convencionais aos mais inusitados.
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