
I. “Jornalismo confidencial.” Esta foi a expressão encontrada por Mário Mesquita para caracterizar, já na década de 1980, o noticiário político praticado por “um semanário, que num admirável gesto de modernidade” introduzira na imprensa portuguesa a informação política sem indicação explícita das fontes usadas. Mesquita, que fora jornalista e professor de jornalismo, era, à data, provedor do leitor do Diário de Notícias.
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