
Maria Irene Diniz lembra-se quase como se tivesse sido ontem – mas foi há mais de 50 anos. Ela e o marido adquiriram um terreno no alto de Porto Brandão e foram erguendo uma casa. “Íamos trabalhar para Lisboa e depois vínhamos para aqui construir”, conta, agora com 89 anos, depois de uma vida a trabalhar como vendedora ambulante e empregada doméstica. A pouco e pouco, e conforme arranjavam dinheiro, compravam tijolos, areia e cimento para uma habitação na Azinhaga dos Formozinhos, que foi terminada por volta de 1968. Anos mais tarde, num outro local, na mesma zona, fizeram uma outra “casinha”, como lhe chama.
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