Lucrecia Martel: “O cinema revela o artifício da construção da verdade”

0
2

A 12 de Outubro de 2009, Javier Chocobar, 68 anos, nativo da nação indígena Diaguita e activista pelo reconhecimento da terra como propriedade dos “povos originais”, foi morto a tiro a pouca distância da sua casa, em El Chorro, na província argentina de Tucumán. O crime foi perpetrado por Darío Amín e pelos seus guarda-costas, os ex-polícias Luis Humberto Gómez e José Valdivieso; na sequência de uma longa querela pela propriedade das terras circundantes, com constantes ameaças de expulsão da comunidade Chuschagasta por parte destes descendentes de colonos brancos a quem os documentos legais outorgavam a propriedade do terreno. O julgamento apenas teve início em 2018 e terminou com a condenação de Amín a 21 anos de prisão, de Gómez a 18 e de Valdivieso a 12. Ao fim de dois anos, os três foram libertados enquanto aguardavam o resultado do recurso apresentado pela defesa ao Supremo Tribunal de Justiça.

Os leitores são a força e a vida do jornal

O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com