Há uma competição permanente para decidir qual o momento mais insólito e chocante da atuação de Donald Trump. No entanto, passam os anos e tenho para mim que poucos ultrapassam uma entrevista de 2015, em que, depois de confessar ter na Bíblia o seu livro favorito, questionado, se recusa a escolher versículos preferidos, esquivando-se com o argumento de que é um assunto “muito pessoal”. Logo depois, interrogado se é mais um homem do Antigo ou do Novo Testamento, responde: “Ambos. Toda a Bíblia é incrível.”
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