“Spínola disposto a afogar Portugal num mar de sangue.” A notícia vinha da Alemanha e chegava aos jornais portugueses a 7 de Abril de 1976, a duas semanas das primeiras eleições para a Assembleia da República. “O candidato a Pinochet” deixou-se “cair numa cilada quase infantil e cometeu a maior gaffe da sua atribulada vida. Revelou tudo: de quantos homens pensava dispor, quantas armas, como as meteria cá dentro”, contava O Diário.
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