O Porto que se lê entre o graffiti, a poesia e a arqueologia

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Já sabemos que o Porto não se entrega todo à primeira vista. Há uma cidade que qualquer visitante reconhece depressa — fachadas coloridas, eléctricos que acompanham o rio, azulejos, a coreografia já conhecida das vistas e dos desníveis —, e há outra, menos imediata, que se vai deixando apanhar por quem abranda o passo. E, neste caso, afina o olhar: uma figura colada num troço estreito de parede, um coração repetido em roxo e verde, um azulejo que apareceu sem licença, uma assinatura que para uns será só ruído e para outros é linguagem. João Kendall, que há mais de uma década guia visitas de street art e cultura urbana na cidade, fala de “quase uma outra cidade dentro da cidade”. E talvez seja isso mesmo: um Porto que também se lê por sinais.

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