A decisão do júri da Bienal de Veneza foi tornada pública na quinta-feira e, desde logo, fez com que se acusasse a organização de “incoerência”, isto porque a Rússia e Israel, a cujos líderes são atribuídos crimes contra a humanidade, não poderão ver os seus pavilhões e artistas premiados na edição de 2026, embora continuem a ter autorização para se fazer representar, apesar dos protestos de várias entidades.
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