O mecanismo criado pelo Governo após o apagão para melhorar a resposta a crises está fora do alcance do escrutínio parlamentar. O CORGOV – Centro de Operação e Resposta do Governo não pôde ser avaliado pelo grupo de trabalho do apagão, que esbarrou na confidencialidade, segundo a proposta de relatório final a que o PÚBLICO teve acesso. Com um sublinhado sobre a “forte incerteza e degradação progressiva das comunicações”, o documento propõe que o executivo pense num mecanismo de alertas à população “que não dependa exclusivamente” das operadoras comerciais.
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