A 14 de Junho de 2022, ainda na qualidade de primeiro-ministro português, António Costa dava uma entrevista ao Financial Times em que abordava o tema da adesão da Ucrânia à UE com uma indisfarçável prudência. “O meu foco é obter no próximo Conselho Europeu um compromisso claro sobre o auxílio urgente e sobre a construção de uma plataforma de longo prazo de apoio à reconstrução da Ucrânia. Essa é a minha prioridade. O mais importante não são debates legais (…) mas resultados práticos. Para esse apoio claro e imediato não precisamos de abrir agora uma negociação ou procedimento que demorarão muitos anos (…). O grande risco é criar falsas expectativas que se transformarão em desilusões amargas. Menos debates legais, mais soluções práticas.”
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