Os lugares de decisão artística, “de programação, são cada vez mais vistos como um incómodo” nas cidades, algo mais visível em Lisboa não só por ser a capital, mas também, defendeu nesta quarta-feira o programador Francisco Frazão, “por alguma falta de talento dos seus operadores”. Num debate na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade de Lisboa, Francisco Frazão e Rita Rato falaram do papel da cultura na construção das cidades, mas também, naturalmente, dos seus papéis, recentemente extintos pela autarquia, ao leme do Teatro do Bairro Alto (TBA) e do Museu do Aljube – Resistência e Liberdade, que Frazão enquadrou num acto de “má gestão que quis provocar o máximo dano no mínimo tempo possível”.
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