Governo diz não haver “segurança jurídica” para avançar com eutanásia. Subiram para 80 os portugueses inscritos na Dignitas

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Quase três anos após ter sido publicada, a lei que regula a morte medicamente assistida ainda está por aplicar, e o Governo entende que “não estão reunidas as condições de segurança jurídica para avançar com a regulamentação nos termos actuais” da legislação​​​, nomeadamente porque “o Tribunal Constitucional declarou inconstitucionais várias normas do diploma”. Em resposta ao PÚBLICO, o Ministério da Saúde garante ainda assim que não está a “bloquear” a lei que regula as condições em que a morte medicamente assistida não é punível, antes a querer garantir que “qualquer aplicação respeita plenamente a Constituição e a segurança jurídica”.

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