O côco-do-mar, a maior semente do reino vegetal, que pode atingir 50 centímetros, é um dos produtos exóticos referidos em Os Lusíadas que podemos encontrar na exposição No Rasto de Luís Camões, inaugurada esta terça-feira na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), em Lisboa, e considerado um dos pontos altos das comemorações dos 500 anos do nascimento do poeta. Não tem cheiro, nem lhe podemos tocar, porque os belos exemplares estão protegidos por vitrinas, uma vez que estes cocos marinhos eram dos objectos mais preciosos que se podia trazer do Oriente no século XVI, o século em que viveu Camões, até a sua origem nas ilhas Seychelles ser descoberta no século XVIII.
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