O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália comunicou a morte de cinco italianos que participavam numa expedição de mergulho nas Maldivas, esta quinta-feira, 14 de Maio. O incidente aconteceu enquanto tentavam entrar nas cavernas subaquáticas de Vaavu, conhecidas pelas fortes correntes e pelos túneis complexos, de acordo com a BBC. “Acredita-se que os mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar cavernas a uma profundidade de 50 metros”, declarou o ministério.
Segundo o Independent, os cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira. Quando não regressaram à superfície, a tripulação da embarcação de mergulho relatou o seu desaparecimento. “O pedido de socorro chegou às 13h45 ao centro de coordenação marítima da Guarda Costeira das Maldivas”, informou a Força de Defesa Nacional das Maldivas (MNDF) em comunicado.
As autoridades dirigiram-se ao local e conseguiram resgatar um dos corpos, por volta das 18h13, sendo que os restantes estão ainda por localizar. “O corpo foi encontrado dentro de uma caverna e acredita-se que os outros quatro mergulhadores estejam na mesma caverna”, comunicou a MNDF, citada pelo Independent.
De acordo com a BBC, quatro dos mergulhadores pertenciam a uma equipa da Universidade de Génova e foram identificados como a professora de eEologia Monica Montefalcone, a sua filha e estudante Giorgia Sommacal, a investigadora Muriel Oddenino e o cientista marinho Federico Gualtieri. A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, o instrutor de mergulho.
As suspeitas iniciais indicam que os mergulhadores podem ter ficado presos ou desorientados perante as condições desafiadoras, escreveu o Los Angeles Times, citando as autoridades. A polícia local referiu que o clima estava adverso na região, que fica a sul da capital Malé. Contudo, as circunstâncias exactas do acidente ainda não foram apuradas.
Como noticiado pelo jornal norte-americano, a guarda costeira e as unidades militares de Maldivas iniciaram uma busca e resgate “de alto risco”, com mergulhadores especializados, embarcações e apoio aéreo. No entanto, os ventos fortes e o alerta amarelo oficial no território dificultaram as operações.
As equipas de busca estavam a preparar uma segunda tentativa, na sexta-feira, para avaliar as condições de acesso à caverna. Citado pelo Los Angeles Times, o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano informou que a guarda costeira está a receber auxílio de um especialista italiano e que as autoridades avaliavam a possibilidade de pedir assistência internacional.
Texto editado por Ana Maria Henriques
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