Telmo Baptista: “Não vale estar presente, mas a olhar para o telemóvel”

0
4

Ansiedade, depressão, burnout, stress pós-traumático, transtorno de personalidade, perturbação borderline… Cada vez ouvimos falar mais de problemas associados à saúde mental e cada vez estamos mais despertos para o sofrimento que causam e para as formas de os evitar. A psicologia entrou pela casa adentro através de alertas, de notícias, chamadas de atenção, programas inteiros dedicados ao tema, conversas entre amigos. No centro do debate parece estar uma ordem nova, com outros valores, estranha para uns, divertida para outros, perversa ainda para outros tantos e que se traduz numa forma de comunicação que antes não existia e que ainda não dominamos bem. As plataformas digitais, das quais dependemos hoje, o modo como nos relacionamos nelas, a rapidez de resposta que exigem, a capacidade de nos tornarmos anónimos, voyeurs, fingidores e estrelas num mesmo tempo transformou o convívio em silêncio, a presença em ausência. Já não nos relacionamos como era costume e não sabemos como lidar com isso. Nesta conversa, Telmo Baptista, psicólogo, psicoterapeuta, professor, fundador e primeiro bastonário da Ordem dos Psicólogos, presidente do Conselho Nacional de Psicólogos e da Associação Portuguesa de Terapias Comportamental e Cognitiva, explica esse mundo novo — talvez não tão admirável como devesse ser.

Os leitores são a força e a vida do jornal

O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com