O ano de 2026 já era, reconhecia o próprio ministro das Finanças, mais difícil que os anteriores do ponto de vista orçamental, por ser o último de execução do PRR, mas os choques sofridos logo nos primeiros meses vieram colocar sob pressão adicional as finanças públicas portuguesas. E o Governo pode, ao fim de três anos de excedentes, ver-se forçado a um regresso aos défices.
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