L’Inconnue e Fjord: o francês Arthur Harari e o romeno Cristian Mungiu lado a lado na competição de Cannes, ou melhor, um filme a seguir ao outro, é um esticão fenomenal. Prova de uma elasticidade: o cinema. Como experiência irredutível de percepção, de perturbação para lá de uma qualquer filiação ideológica, num caso; como concentração de temas e abertura à discussão, ao debate, no outro.
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