Uma em cada 20 crianças pobres sentiu fome, mas não comeu por falta de recursos financeiros do agregado familiar, em 2024. Em percentagem, esta fatia representa quase 5% do grupo das mais de 301 mil crianças pobres em Portugal, um universo que, ainda assim, não pode ser desvalorizado, como defende ao PÚBLICO a economista Susana Peralta, autora do relatório Portugal, Balanço Social 2025, da Nova School of Business & Economics (Nova SBE), que é apresentado nesta quarta-feira. Apesar desta dimensão, há boas notícias: a taxa de risco de pobreza diminuiu, em 2025, para 15,4% (1,2 pontos percentuais mais baixa do que em 2024), “continuando a trajectória de descida entre 2023 e 2024”.
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