Quando o cancro da bexiga se espalha por outros órgãos e, portanto, se torna metastático, as hipóteses de tratamentos escasseiam. Mas, para alguns casos, existe uma opção. Um em cada cinco doentes tem um gene (o FGFR3) alterado e podem beneficiar de um fármaco destinado precisamente aos cancros que têm esta característica tão particular. Qual é, então, a solução? Um estudo português pede que quem tem diagnóstico de cancro da bexiga metastático faça também um teste genético para acelerar o processo nos doentes que podem beneficiar destes tratamentos focados no FGFR3.
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