Estudar para os exames com ajuda da inteligência artificial? É útil, mas “comete muitos erros”

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​As calculadoras, os livros e os cadernos já estão arrumados nas mochilas e eles preparam-se para sair da sala logo depois de mais uma aula de preparação para o exame nacional de Matemática A. Afinal, não há tempo a perder. Há mais estudo para pôr em dia, apontamentos para rever e explicações a ter para chegar às médias altas que cursos como os das engenharias Informática, Mecânica ou Aerospacial e os de Biologia, Ciência Política ou Gestão exigem. Roubámos a estes alunos, finalistas do 12.º ano da Escola Secundária de Pinhal Novo, algum do seu tempo para perceber como é que as ferramentas de inteligência artificial (IA) se encaixam no seu estudo para os exames nacionais que arrancam esta terça-feira. E eles confirmam que o Gemini, o ChatGPT ou o NotebookLM destronaram o Google, que já tinha destronado as idas à biblioteca. Pedem-lhes explicações e que testem conhecimentos, que lhes mostrem onde erraram em determinado exercício. Também as usam para resumir textos ou para acelerar trabalhos escolares. No entanto, fazem-no com pragmatismo e sem grande deslumbramento.

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